29/12/2024

Other World Kingdom (OWK)

O Other World Kingdom (OWK) – ou Reino de Outro Mundo, em português, foi um empreendimento comercial de BDSM no conceito FEMDOM, inaugurado em 1996 nos prédios e terrenos de uma mansão do século 16 localizada em Cerná, Zd'ár nad Sávazou Distrito, num lugar chamado Cidade Negra, na República Checa. 

Foi uma espécie de cidade-conceito, autoproclamada independente, apesar de não ser reconhecida por qualquer outro país, e criou a sua própria moeda, passaporte, polícia, tribunais, bandeira do estado e hino. Fundado oficialmente em 01/06/1996, foi aberta aos visitantes na primavera de 1997, após dois anos de obras, ao custo de dois milhões de Euros.

O OWK funcionou como um resort ou uma espécie de parque temático do mundo e arte BDSM com foco no conceito da Supremacia e Superioridade Feminina de forma absoluta, como life style, não havendo nada similar no mundo. Em 2008 o local foi colocado à venda, com um preço inicial de oito milhões de euros. A propriedade é adequada para uso como um hotel, restaurante, residência ou lar de idosos.

O OWK ainda existe, no mundo virtual e, ocasionalmente, em instalações alugadas especialmente para o exercício dos seus princípios. É um matriarcado governado de forma absoluta por mulheres. São fêmeas dominantes e muito poderosas e sempre se anunciou como um estado mas, no entanto, é uma empresa.

Fundado e governado pela Rainha Patrícia I, que, além de líder espiritual é uma monarca absolutista que concentra totalmente o poder, criando leis, regras e administrando as questões legais, além de administrar a propriedade, patrimônio e até as pessoas. Abaixo da Rainha existe uma série de classes diferentes. A primeira, e principal, é o "Ladies Sublime" ou "Senhoras cidadãos", que formam o Conselho do Reino e representam a nobreza. São cidadãs com amplo poder de exercício da cidadania e de direitos plenos. Para se tornar uma cidadã, a mulher deve ter determinados critérios. Estes são:

·         Maioridade legal;

·         Ter a posse de pelo menos um escravo;

·         Obedecer e proteger os princípios e leis da OWK;

·         Formular um pedido de cidadania;

·         Passar pelo menos cinco noites na área do Palácio.

Homens podem ser cidadãos, na categoria súditos, desde que sigam a lei OWK, obedeçam a rainha e paguem seus impostos. Possuir alguns direitos, como liberdade de viajar, ter algum patrimônio, ter filhos, emprego, empresa e até podem expor sua opinião, mas não podem mandar, governar ou possuir escravos, muito menos escravas. 

A seguir, a classe mais baixa, os escravos. É a classe "slave". Esta é uma classe exclusivamente do sexo masculino que perderam todos os direitos, são de propriedade da Rainha ou Feminino Sublime e são considerados "no nível de um animal da propriedade".

A área de 3 hectares (7.4 acres) de área era dotada de vários prédios e uma pista oval de 250 m, um pequeno lago e gramados. O prédio principal, uma mansão do século XVI, foi o Palácio da Rainha, tinha sala de banquetes, biblioteca, sala do trono, câmara de tortura, sala de aula, ginásio, e uma extensa prisão no porão, cujas celas podiam ser contratados. Alojamento adicionais para visitantes num prédio anexo, denominado Long House. O sistema judiciário e o poder de polícia, exercido pela Condessa Elizabeth Bárthory Chambers e suas guardas, numa masmorra completa com duas câmaras de tortura. Este prédio também estava servido por piscina, bar, restaurante, e a Wanda Nightclub. As instalações ao ar livre foram complementadas por um corredor e picadeiros com o interior coberto de serragem.

Site Oficial: http://www.owk.cz/

Coordenadas geográficas do OWK, Google:  49°25'25.0"N 15°51'43.0"E

Algumas pessoas imaginaram que o OWK foi inspirado no romance de Anne Rice, Exit to Eden, originalmente publicado em 1985 sob o pseudônimo de Anne Rampling, e, posteriormente, sob o nome de Rice.

O romance explora o tema de BDSM em forma de romance. Esta obra chamou a atenção para os trabalhos publicados de Rice, como Entrevista com o Vampiro, publicado sob um outro pseudônimo. Em 1994 houve uma adaptação para o cinema, porém, muito diferente do livro, segundo a crítica, com uma nova e importante linha de história e vários novos personagens.

Cada capítulo do livro é narrado na primeira pessoa e o narrador é anunciado na cabeça de cada capítulo, criando – assim, um estilo bem definido de escrita.

No livro, a personagem Lisa Kelly gerencia um isolado resort chamado The Club, que oferece a seus clientes de alto nível um ambiente exclusivo em que eles podem experimentar a vida de um Mestre ou Senhora, num foco bem BDSM. Escravos submissos em perspectiva, pagos no final do seu mandato no Eden (que varia de seis meses a dois anos), são apresentados em leilões pelos treinadores mais respeitados de todo o mundo e vendidos para servirem amos e amas por períodos pré-definidos e contratados. Como Chefe treinadora e co-fundadora, Lisa escolhe o primeiro dos novos escravos, Elliot Slater - com quem ela compartilha uma química imediata e inegável que se intensifica em todo o seu tempo juntos. Acabou resultando em versão cinematográfica Lovea, e foi produzida pela Savoy Pictures em 1994, estrelado por Dana Delany e Paul Mercúrio nos papéis de Elliot e Lisa.  Foi reescrito pelo estúdio como comédia, utilizando novas personagens, interpretados por Dan Aykroyd e Rosie O'Donnell. 







08/10/2024

Ela vende raspas dos pés pela internet

 
Franciely Freduzeski, conhecida por novelas como “O Clone” e “América”, falou sobre sua nova carreira vendendo fotos dos pés. Afastada da TV desde “Orgulho e Paixão” (2018), devido a crises de fibromialgia, a atriz, hoje com 46 anos, encontrou uma forma diferente de complementar sua renda. Além de ter se formado em psicologia, Franciely revela que produz conteúdo para podólatras, mantendo um perfil nas redes sociais e um grupo pago com mensalidade de R$ 60. 
 
Ela conta que o grupo oferece fotos mais produzidas e sensuais, mas faz questão de deixar claro: “Não tem pornografia nem simulação de nada. É só mesmo foto e vídeos sensuais”. Franciely começou nessa atividade em 2012 e, apesar de não ser sua principal fonte de renda, ela afirma que o nicho é um complemento financeiro importante em sua vida. “Hoje não ganho tanto quanto eu ganhava, mas continuo fazendo dinheiro com isso”, explicou. 
 
Franciely também compartilhou alguns pedidos inusitados que já recebeu dos seguidores. “Compram raspas da minha sola”, contou. Segundo ela, essas raspas são recolhidas na manicure e vendidas para quem faz esses pedidos especiais, mostrando o quanto o público é variado e curioso nesse tipo de conteúdo.